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COMITÊ CPC 25 - II

O espelho da organização.

Fonte: Revista ANEFAC

De acordo com Mauro Sampaio, diretor executivo do Comitê CPC 25 - Provisionamento de Risco Jurídico da ANEFAC, o provisionamento deve ser entendido como o espelho da empresa. Na reunião técnica realizada pelo Comitê no dia 11 de dezembro, em São Paulo, os participantes concluíram que, dependendo da forma como é feito o provisionamento, pode-se aumentar o risco ao acionista, refletindo ainda nos produtos e serviços.

“Devemos lançar um novo olhar a respeito do provisionamento e a companhia deve direcionar esforços para criar um ambiente de gestão de risco, revendo produtos e serviços a fim de identificar todos os riscos”, apontou Sampaio. De acordo com ele, informar apenas os valores de provisionamento não é suficiente. É necessário mapear os riscos, questionando de onde decorre o valor informado e qual o centro de custo da empresa que está gerando mais processo, por exemplo.

Em sua opinião, a questão ‘o que provisionar’ é polêmica dentro das empresas. “As companhias têm certas variações e critérios sobre o que provisionar, o que acaba gerando um grande desafio relacionado ao controle do depósito judiciário”, alerta.

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