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O MEDO E A REJEIÇÃO AO NOVO CPC BRASILEIRO

É elogiável a ratio essendi da previsão legal que tanto prestigia a isonomia das partes e a impessoalidade do magistrado, porém acarretaria, em verdade, maior morosidade do que a tão almejada celeridade processual.

É perfeitamente natural que diante do novo, da novidade e do inédito que corresponde ao diferente daquilo a que estamos acostumados sejamos contaminados pelo medo e rejeição.

Enfrentar a mudança em nossos padrões e hábitos é sempre desafiador. Isto acontece porque fomos sempre ensinados a procurar por segurança, por situações conhecidas e onde nos é possível se sentir confortável e acomodado.

Porém a existência humana só evoluiu exatamente por conta das mudanças, das quebras de paradigmas, do enfrentamento aos paradoxos e enigmas. Nós, seres humanos, sociais e políticos procuramos a construir uma vida estável, onde nada nos surpreenda ou nos transmita ansiedade diante do desconhecido.

Fonte: JusBrasil

Autor: Gisele Leite

Data: 11/2015

Clique aqui para ler na íntegra

 

COMENTÁRIOS:

O ser humano tem medo do desconhecido, pois em sua evolução aprendeu a confiar no que já conhece, afinal, é possível prever o que vai acontecer e assim se preparar para os resultados. Mas a mudança o aflige, desperta em seu interior um sentimento de inquietação. Através da evolução social do Homo sapiens sapiens, tivemos uma diminuição das situações de perigo, porém, a evolução genética não a acompanhou, e tudo o que se apresenta como novidade na rotina faz com que o sentimento de inquietação retorne, e a primeira reação seja a de rejeição. O que pode ser melhor do que se manter no lugar comum?

Entretanto, justamente por ser sociável, homens e mulheres devem parar e pensar antes de agir. Devem ter o pensamento frio, quase calculista, para analisar a situação sem levar em consideração como isso pode afetar sua rotina. Às vezes, por pior que pareça, já que vai demandar mais trabalho, ou um estudo prévio, o resultado a longo prazo é mais vantajoso, de forma que a mudança deve ser abraçada e posta em prática o quanto antes. Principalmente se essa mudança afetar a vida de outro ou outros seres humanos.

Levando toda essa discussão em conta, é que a autora Gisele Leite convida seus leitores a entenderem e, consequentemente, deixarem de temer o Novo Código de Processo Civil brasileiro.

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